A ereção peniana é resultado de um processo fisiológico complexo que envolve estímulo ambiental, concentração, desejo sexual, hormônios, transmissão neuronal e eventos vasculares que promovem o fluxo de sangue para o pênis.
A Disfunção Erétil (DE), também conhecida como impotência sexual, é a incapacidade de obter ou manter uma ereção suficiente para o desempenho sexual satisfatório.
É uma condição que afeta diretamente a qualidade de vida, autoestima e os relacionamentos.
Sim. Estima-se que 52% dos homens apresentem algum grau de disfunção erétil em algum momento da vida.
Além do impacto emocional e na vida sexual, a disfunção erétil pode ser um sinal precoce de doenças cardiovasculares como infarto e AVC.
Tratar a DE é também cuidar da saúde geral.
Mais comum em homens com doenças clínicas mal controladas.
Mais frequente em jovens, com forte influência emocional.
Combinação das duas causas.
O tratamento é individualizado, levando em conta a causa, intensidade da disfunção e preferências do paciente. As opções incluem:
Indicada quando há forte componente emocional, sem causas orgânicas identificadas.
Recomendado em casos de deficiência de testosterona confirmada por exames.
Inibidores da fosfodiesterase-5 (como sildenafil, tadalafil) aumentam o fluxo sanguíneo peniano. Precisam de estímulo sexual para funcionar.
Dispositivo que promove entrada de sangue no pênis, seguido de anel para manter a ereção.
Estimulam a formação de novos vasos sanguíneos. Indicada em casos de origem vascular.
Medicação aplicada no pênis, antes da relação, com taxa de sucesso superior a 85%.
Indicado quando outros tratamentos falham ou o paciente deseja uma solução definitiva. Possui taxas de satisfação de 95% a 100% para o paciente e até 95% para a parceria.
Se você tem dificuldades frequentes ou persistentes com ereção, é hora de procurar um urologista especializado em medicina sexual. O tratamento precoce melhora a qualidade de vida e pode prevenir complicações futuras.